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30 de Julho de 1929, jovens velejadoras no porto de Deauville, França (Getty Images)
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sábado, 6 de outubro de 2012

Replica NR +

Imprensa + O site Escrevinhador fez uma entrevista com o jornalista Fábio Jammal Makhoul, que na sua dissertação de mestrado na PUC de São Paulo analisou a revista Veja, publicação da Editora Abril, no período que abarca o primeiro mandado do governo Lula. O governo ocupou “54 capas de Veja, das 206 publicadas no período”, destas “32 tratavam de escândalos, segundo classificação da própria Veja, ou seja, 59,3% do total”. leia +

Eleições/Sociedade + Na véspera da eleição em São Paulo, um texto da jornalista Eliane Brum, de algumas semanas, sobre o candidato Celso Russomanno e a vulgaridade do desejo. “O ´patrulheiro do consumidor` lidera em São Paulo porque, se a política é de mercado, ele pode convencer como mercadoria”. leia +

Literatura + A revista New Yorker publicou em agosto um conto inédito de F. SCOTT FITZGERALD, intitulado "Obrigado pelo fogo", traduzido e publicado também em agosto na Folha de S. Paulo no caderno Ilustríssima. leia +

Política/Justiça + O cientista político Wanderley Guilherme dos Santos, no jornal Valor Econômico, critica o STF, para quem os ministros têm construído um discurso no caso do julgamento do Mensalão paralelo ao longo das sessões que destoa da tradição da Corte. leia +

sábado, 15 de setembro de 2012

NR indica +

"A imprensa já não é mais escola para ninguém" é um texto do artista gráfico e ilustrador Orlando Pedroso. Nele, discute um pouco o trabalho dos cartunistas nos jornais, cada vez menos utilizados, o que em tempos áureos era impensável.

Nosso colunista Caco Bressane pondera ser um debate importante para ilustradores, cartunistas, jornalistas, editores e para a imprensa em geral. De fato, vale pensar. Por isso, NR indica o texto AQUI.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O cafezinho italiano continua imbatível…

"16 anos de jornalismo e publiquei minha primeira crônica (com pitadas de reportagem, claro, que isso é um vício difícil de controlar...) É sobre a maneira como os italianos estão lidando com a crise."
O amigo e jornalista Júlio Cruz Neto esteve na Itália recentemente e fez um texto saboroso sobre como o italiano tem lidado com a crise no seu dia a dia. Convido os leitores do NR a conhecerem seu blog e, de lambuja, lerem o texto completo...

"Onde se pode tomar um bom café aqui perto, pergunto após fazer a barba, como se fosse difícil encontrar café bom na Itália. Qualquer posto de gasolina de beira de estrada serve um expresso melhor que o de qualquer padaria de São Paulo, e mais barato. 

O elegante senhor trajando terno responde de bate-pronto (todo italiano que se preze tem seu “melhor café da cidade”, seja qual for a cidade) e estende o braço com o cartão de visita. Agradeço e me viro para ir embora, mas ele interrompe: “Vou te acompanhar”. Tento argumentar que pode aparecer algum cliente, mas é em vão.

“Me ne fotto”, responde de boca cheia, enfatizando cada palavra e gesticulando com a mão esquerda, antes de colar um “Ritorno subito” na porta da barbearia e chamar o vizinho para avisar que volta logo, caso alguém apareça. 

Me ne fotto equivale a dane-se, não estou nem aí, de maneira mais vulgar. Uma vulgaridade gentil, no entanto, porque dá a entender que nosso cafezinho vale mais que qualquer serviço perdido.

Este não é um mero relato sobre como os barbeiros são simpáticos na Itália. É o início de uma crônica com pitadas de reportagem que escrevi sobre como os italianos estão lidando com a crise."

Para ler o texto completo, basta clicar aqui.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Seu deputado vota como você?

Página principal do site Voto Aberto
Você é a favor ou contra a prorrogação da CPMF até 2012? E o seu candidato a deputado, tem a mesma opinião que a sua? Ele votou contra ou a favor? Para ajudar você a checar sua real representatividade no Congresso vale uma passada no site Voto Aberto. Por lá, os caras disponibilizam o resultado de um cálculo baseado na sua opinião sobre alguns temas e a opinião de deputados e partidos. O resultado mostra seu nível de afinidade com eles.
É preciso relevar alguns apontamentos do resultado (o cálculo é matemático e não leva em conta que algumas decisões são subjetivas, em certos casos tomadas com base no atual status do partido/candidato – como o fato de ser situação ou oposição).
Mesmo assim, é uma ferramenta simples e muito interessante, que desperta o interesse sobre o tema até dos eleitores menos chegados. Enfim, atende ao que se propõe.

Diogo Ruic é jornalista e editor assistente do NR
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