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30 de Julho de 1929, jovens velejadoras no porto de Deauville, França (Getty Images)

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Jean Charles é de engolir saliva pra não desabar

Domingo vi Jean Charles no cinema. De Henrique Goldman. A história de Jean, amplamente divulgada na imprensa de telejornais e diários impressos na tela ganha uma dimensão diferente. Em muitos momentos é engolir a saliva pra não desabar. Uma execução besta. Uma morte sem sentido e ainda sem reparação. Como já publiquei por aqui sobre o tema deixo a dica de que ver o filme é recapitular e relembrar um tema recorrente também no exterior: a impunidade. Um registro curto: enquanto a fila do filme transformers dobrava às centenas, o nacional tinha pouco mais de cinquenta. É uma vitória. Há alguns anos nem no circuito estaria. Mérito do Selton Mello no elenco e da evolução do cinema nacional.

3 comentários:

Taísa Vicente disse...

É verdade!
Selton Melo é mesmo um excelente ator. E eu não tive como engolir saliva nenhuma, chorei mesmo! tenho amigos, parentes lá e tenho medo do que pode acontecer. Vamos rezar pra que eles não sejam apenas um número a mais... ou a menos.

E viva aos filmes nacionais, seus alienados!!!!!!!

Bia disse...

Um ótimo filme mesmo. E na medida do possível, ele conseguiu ser imparcial. Um filme para não esquecermos da morte de Jean.

Mari Santos disse...

Né não? Também não fiz questão de segurar o choro, nem consegui. E reparei no contraste com a fila dos Transformers tb. Menos de 50 pessoas na sala onde eu vi. No meio do filme, ouvi uma menina explicando pra outra quem era o cara de quem o filme falava. Acho que perdeu o horário do outro filme e pegou ingresso pro Jean Charles, pra ver o Selton Mello. Assim é. Mas achei um filmão, sem enfeite, com cara de vida real.

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