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30 de Julho de 1929, jovens velejadoras no porto de Deauville, França (Getty Images)
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Homenagem aos ritmos brasileiros





Bisavó Madalena
(Wilson das Neves e Paulo César Pinheiro)

Nunca vi vou contar para vocês
Dançarina igual minha bisavó
Madalena com cento e dezesseis
Não perdia a pisada do Forró

Dançou Coco de roda e Xenhenhém
Quando andou no sertão de Maceió
Aprendeu nos fandangos de Belém
Caboclinho, Lambada e Caribó

Dançou no Maranhão Bumba-meu-boi
Gemedera e Embolada em Mossoró
Aprendeu Marujada quando foi
Num natal na Ilha de Marajó

Dançou Jongo,Catira e Caxambu
No batuque do chão levantou pó
Dançou frevo, Baião, Maracatu
Capoeira e Afoxé como ela só

Nunca vi vou contar para vocês
Dançarina igual minha bisavó
Madalena com cento e dezesseis
Não perdia a pisada do Forró

Dançou Xote, Xaxado e Cirandou
E no Samba era boa de gogó
De Criolo e de Mina no tambor
Madalena no corpo dava nó

Na Bahia bateu Batucajé
Fez cabeça no toque do Roncó
Também foi Iaô de Candomblé
De Tomas, de Tobias, de Timbó.

Chula, Xiba, Rojão, Cateretê
Já dançou nos Confins, no Cafundó
Catobé, Catumbi, Maculelê
Nunca mais vi ninguém dançar melhor

Caco Bressane, arquiteto e ilustrador, colaborador do NR

terça-feira, 14 de junho de 2011



Veruscka Girio, publicitária, designer, diretora de arte, produtora multimídia, videocenarista, vj e curiosa no processo do uso do computador como ferramenta de criação e produção artística para elaboração de novos mundos. Mantém a coluna interativa Astronauta Mecanico.

quarta-feira, 16 de março de 2011



Veruscka Girio é publicitária, designer, diretora de arte, produtora multimídia, videocenarista, vj e curiosa no processo do uso do computador como ferramenta de criação e produção artística para elaboração de novos mundos. Mantém a coluna de arte multimídia e interativa Astronauta Mecanico neste Nota de Rodapé.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010



Veruscka Girio é publicitária, designer, diretora de arte, produtora multimídia, videocenarista, vj e curiosa no processo do uso do computador como ferramenta de criação e produção artística para elaboração de novos mundos. Mantém a coluna de arte multimídia e interativa Astronauta Mecanico neste Nota de Rodapé.

terça-feira, 10 de agosto de 2010



Veruscka Girio é publicitária, designer, diretora de arte, produtora multimídia, videocenarista, vj e curiosa no processo do uso do computador como ferramenta de criação e produção artística para elaboração de novos mundos.

sexta-feira, 30 de julho de 2010



Veruscka Girio é publicitária, designer, diretora de arte, produtora multimídia, videocenarista, vj e curiosa no processo do uso do computador como ferramenta de criação e produção artística para elaboração de novos mundos.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

El gato de Botero (Barcelona-ES, 2010)



Veruscka Girio é publicitária, designer, diretora de arte, produtora multimídia, videocenarista, vj e curiosa no processo do uso do computador como ferramenta de criação e produção artística para elaboração de novos mundos. Mantém a coluna de arte multimídia e interativa Astronauta Mecanico neste Nota de Rodapé.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

AUTOMATIQUE

Cité Universitaire, Paris. FR - 2009.




Veruscka Girio é publicitária, designer, diretora de arte, produtora multimídia, videocenarista, vj e curiosa no processo do uso do computador como ferramenta de criação e produção artística para elaboração de novos mundos. Mantém a coluna interativa Astronauta Mecanico neste Nota de Rodapé.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Para analisar o jornalismo e seu comportamento

Os que estudam, trabalham ou simplesmente gostam de acompanhar as notícias de maneira global têm diferentes ferramentas interessantes disponíveis na internet. Mas 4, particularmente, podem ser especiais para analises de mídia e seu comportamento:

- Buzztracker – O site é um mapa atualizado diariamente sobre a frequência em que as cidades aparecem na cobertura mundial da imprensa – e suas interconexões. O efeito do bloqueio israelense à Gaza, que culminou no ataque a uma embarcação humanitária , por exemplo, chegou a ser o tema mais coberto pela imprensa mundial em 2010 (31% das referências). A imagem ao lado mostra “Gaza” como um dos destaques.

- Today’s Front Pages - Aqui você encontra a capa de 844 jornais de 80 países diferentes, incluindo desconhecidos como o The Times, da África do Sul, que na edição de hoje traz o técnico “Bafana” Parreira, ou o Hoy, do Equador, com manchete para a cobertura provinciana das rádios e TVs privadas do país.

Hiperjornalismo – No Brasil, a USP disponibiliza um banco de dados com as reportagens dos 5 grandes jornais da TV aberta. A atualização por lá é mais lenta, mas pode ser uma boa fonte de consulta e pesquisa.

Donos da mídia – Este é um projeto experimental um pouco mais conhecido, mas que também vale a citação. Muito interessante para analisar quem, no Brasil, está no poder e comanda os veículos de comunicação. O bispo, apresentador de televisão e, porque não, deputado federal, Antonio Bulhões (PMDB), lidera a lista, com 7 rádios em seu nome.

Diogo Ruic é jornalista e editor assistente do Nota de Rodapé

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Astronauta Mecanico: Hotdog Deluxe

HOTDOG DELUXE: Warschauer Straße, próximo a Koppernikus Straße em Berlin, Alemanhã. 2009.



Veruscka Girio é publicitária, designer, diretora de arte, produtora multimídia, videocenarista, vj e curiosa no processo do uso do computador como ferramenta de criação e produção artística para elaboração de novos mundos. Mantém a coluna de arte multimídia e interativa Astronauta Mecanico neste Nota de Rodapé.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Estreia de Astronauta Mecanico: "o conceito é sempre interativo"

Astronauta Mecanico é o nome dado ao projeto de performance ao vivo de imagem e som de Veruscka Girio: publicitária, designer, diretora de arte, produtora multimídia, videocenarista, vj e curiosa no processo do uso do computador como ferramenta de criação e produção artística para elaboração de novos mundos. A proposta da coluna para o Nota de Rodapé é interativa, sempre pautada pelas viagens da artista. Ou seja, por onde for, postará imagens abstratas sobre os lugares, às vezes com mais realidade, outras, como diz a própria, com mais "magia". Abaixo, azulejos de athos bulcão. Descubra, passe o mouse. Para saber mais: http://astronautamecanico.com


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Vicentico, você não vai esquecer esta voz

Vicentico diz que durante muito tempo sua voz foi uma preocupação. Rouca, grave, às vezes um pouco desafinada. “Sei que não sou um virtuoso, mas deixei de me torturar por isso”, disse há um par de anos em uma entrevista.
Esse argentino de 45 anos fez história nos anos 80 e 90 com Los Fabulosos Cadillacs (ótima banda de rock argentina) e em 2002 decidiu seguir carreira solo – ainda que oficialmente os Cadillacs nunca acabaram (vira e mexe se reúnem para participações especiais e, em 2009, voltaram a fazer turnê).
Hoje, no terceiro trabalho solo, Vicentico já garantiu espaço na música latino-americana e deixou de lado o “sobrenome” Ex-Cadillacs. A voz, que um dia foi um problema, virou marca. É inconfundível, única. “É como todos os defeitos. Um dia, o cara que sofreu por causa do nariz, percebe que isso é exatamente seu diferencial. Tudo bem, não é uma grande virtude, mas é com isso que vim”.
Talvez tão chocante como a voz é a figura de Vicentico. Tatuagens pelo braço, cabelo espetado, ar de desleixo, bengala em mãos (já contou que a usa não por problema físico, mas por “necessidade pessoal” – “me ajuda a estar dentro de mim”).
Como um tipo assim pode cantar coisas tão doces? Talvez a imagem ajude-o a dizer coisas tão românticas sem soar brega.

Algo contigo

Preciso te dizer que morro por ter algo contigo
É que você não percebeu o quanto me custa ser teu amigo
Já não posso me aproximar da tua boca
Sem deseja-la de uma maneira louca
Necesito controlar tua vida, ver quem te beija, quem te abriga
Já me restam poucos caminhos e ainda que possa parecer um desatino.
Não queria morrer sem ter algo contigo
Baladas rock-românticas, mas com a presença sempre marcante de tambores, algo de ska, salsa, talvez. Em fotos de divulgação de CD e na maioria dos videoclips, Vicentico tira onda, coloca um terno, faz cara de galã e esconde as tatoos. Nos show, vai de óculos escuro, quase sempre vestido de preto, desarruma o cabelo e volta aos tempos dos Fabulosos Cadillacs.

Felicidad

Felicidade, me convidou a sua festa e não fui
Não me animei, cheguei até o saguão e voltei
Você foi o presente que eu não pude abrir, queimou minhas mãos e fui embora
Pensando que o tempo farias as coisas por mim
Felicidade, felicidade, parado os dois frente à frente
Quis te beijar e se foi de repente
Vicentico é uma boa trilha sonora para os apaixonados (ontem foi dia dos namorados em vários lugares do mundo, inclusive nos que falam espanhol). Bom pra quem sofre de amor não correspondido. Pra quem está em busca de um, ou já jogou a toalha e acha que nunca o encontrará. Ou seja, além de controlar a comida, fazer exercício físico, não fumar, há outra receita para cuidar do coração: ouvir essa voz inconfundível de Vicentico, cujo nome de batismo é Gabriel Julio Fernández Capello (muito mais “romántico” do que Vicentico, não é não?).

Si me dejan

Se me deixam na rua, eu me ajeito
Se me soltam no mar, eu volto
Se me botam na prisão, eu me solto
Se a noite fica escuro, eu me acendo
Contra toda a maldade, eu me acerto
O que não posso é me acertar, sem seu amor
O que não posso é arrumar meu coração
Qualquer luta que eu tenha nesta vida
Sem você não sobra nada, sem você eu não poderia
Gostou? Aí vai mais:

E esse, ao vivo, com os caras do Calle 13 (de quem já falamos por aqui). Se liga na reação do público quando Vicentico aparece no palco.



Ricardo Viel é jornalista e mantém a coluna Conexsom Latina neste Nota de Rodapé

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

El reportaje 360 y las diferentes caras de un tema

Felipe Lloreda es un joven periodistas colombiano. Atendió amablemente la solucitud de entrevista de Nota de Rodapé con el mensaje “Con mucho gusto”. Director de Nuevos Medios de El País, de Colómbia, en esta charla exclusiva el tema es el Reportaje 360º.¿Reportaje qué? Una explicación: “Es el reportaje en donde graficamente se puede visualizar las diferentes caras de un tema”, cuenta Lloreda. Creado en 2009, el proyecto cumplió su primer año en enero. Los trés reportajes disponibles hasta ahora – la primera, Cali, la ciudad que no duerme, la segunda sobre La hoja sagrada, y la tercera sobre Cali, una industria salsera, son impresionantes. Difícil imaginar cómo será el futuro del periodismo con tantas novedades. La que hacen, merece ser subrayada por la calidad de los audios, videos y texto, y la creatividad y buen gusto. Es la tecnologia en favor del periodismo. O sea, hay que verlo, jugar y descobrir lo que en la mayoria de los paises todavia no se descubrió. Nota de Rodapé presenta esa novedad de los vecinos colombianos. Por Ricardo Viel, Rodrigo Menitto y Thiago Domenici.

NR - Conceptualmente y prácticamente lo que son los reportajes 360 y cómo surgió en su cotidiano. ¿En qué categoría de información podríamos encuadrar lo que ustedes hacen? ¿Periodismo interactivo? ¿Multimedia? ¿O reportaje 360º es una nueva categoría?
Es una forma nueva de informar, desde todos los ángulos. Surge de la necesidad de impactar y de ajustarnos a los usuarios de hoy, quienes estan navegando en sitios donde obtienen una experiencia virtual. Es periodismo interactivo. Es multimedia. Es de todo un poco. Es también una apuesta para lograr mayores visitas al diario tradicional online. La categoria: innovacion periodistica, aprovechando todas las herramientas que existen en la web. Por eso se llama 360. porque graficamente es poder visualizar las diferentes caras de un tema...(360)

NR - ¿Desde cuándo existe el reportaje 360º? ¿Cómo empezó, se basaron en algún proyecto? ¿Hay otros proyectos como él de ustedes en el mundo que conozcan? ¿O dónde se inspiraron para hacerlo?
Nace como proyecto en enero del 2009, a raiz de la necesidad de innovar y tiene como modelo a reporte indigo, un website, estilo revista-virtual espectacular de mexico, que se enfoca en investigar o denunciar tematicas coyunturales primordialmente y presentarlas en formatos digitales innovadores. En el mundo existen los especiales que desarolla el Clarín de Argentina, HBO, Olé, Mediastorm y New York Times...

NR - El concepto de reportaje periodística tradicional presupone volumen de informaciones, profundidad en el tema, apuración, de preferencia, en el local, muchas entrevistas, en algunos casos la vivencia al hacerlo y fotografías relevantes. ¿Como director de Nuevos Medios, como define el tipo de reportaje propuesto por ustedes? ¿En lo qué se diferencia del reportaje periodístico tradicional, además de la utilización e interacción de otros soportes?
El tipo de reportaje es documental aprovechando las herramientas web posibles, donde la forma se convierte en protagonista y el fondo es secundario. Mejordicho, cuando pensamos en la produccion de un contenido, lo planeamos primero desde el punto de vista visual o no necesariamente periodistico....Hay que imaginarse todo. Es hacer documentales con interaccion y participacion.

NR - La calidad estética es especialmente llamativa en el trabajo. Usan muchos efectos sonoros, muchos videos, audios, fotografías. El texto, en el trabajo de reportaje 360º, no le toca un eje central, pero hace parte del conjunto de la obra. ¿Eso es así? ¿Ese tipo de producción es el futuro del periodismo?
Para nosotros es una forma de hacer periodismo interactivo y moderno. No sé si sea el futuro, pero esta enganchando usuários, innovando, impactando y generando muchas opiniones positivas.

NR -
Pensando a largo plazo, ¿a dónde quieren llegar con este trabajo? Porque hacerlo cotidiano y popular depende, sobretodo, de una mayor accesibilidad a Internet en lo que respecta la inclusión digital. ¿Qué piensan al respecto?
Queremos llegar a hacer un reportaje quincenal ya que convertirlo muy cotidiano pierde su especialidad. Además los navegantes se demoran en consumirlo. Lo hacen por espacios, dias , semanas y en el caso de colombia la accesibilidad web ya es la mitad de la poblacion y crece en medidas desmesuradas. Entonces cada dia que pasa, mas gente va a poder ver nuestro especial.

NR -Supongo que el equipo que utilizan no sea algo muy caro que impida que la gran mayoría de los periódicos de América del Sur los tenga. ¿Por qué entonces no existen más proyectos como éstos? ¿Hay resistencia por parte de los periodistas en hacer reportajes como éstas? ¿Y por parte del público en entender este lenguaje?
Los periodistas, ingenieros y disenadores de este proyecto son independientes del impreso. Es un equipo aparte, pero que gradualmente haran empatia. El diario impreso donde la cultura de trabajo, la misma experiencia y lo tradicional fue algun obstaculo que nos freno en algun momento....(estabamos locos!!). Sin embargo todo es un proceso. Ya la redaccion del diario esta mucho mas involucrada a nuestro proyecto y tenemos una plan de integracion con ellos para hacer trabajos en conjunto y aprovechar sinergias......Al público le encanta esto....!!

NR -¿Cuál es la respuestas que ustedes recibieron del público, de otros periodistas y de los anunciantes de estos reportajes? ¿Financieramente ya es para ustedes rentable? ¿Es muy costoso hacer un reportaje de este modo?
Incremento en visitas, usuarios y felicitaciones de los periodistas web de otros medios.Financieramente no es rentable todavia. Apenas empezamos a presupuestar publicidad para el 2010. aunque nunca nació para ser un producto comercial.

NR -¿Cuánto tiempo tardan en hacer un reportaje así, desde la idea hasta su publicación? ¿Cuánta gente está involucrada en ello (trabajan solo con los 360º o también en el periódico impreso u online)?
Tardamos 1 més en hacer todo: pre-producción, producción, edición y test. Sin embargo tenemos un plan de contenidos creativos que no son coyunturales, que vamos trabajando cada uno independientemente. Contamos con un grupo de 1 ingeniero, 3 disenadores web, 3 periodistas, 1 fotografo, 1 editor de multimedia y yo, el director del area. Este grupo trabajaba exclusivamente en el 360. Pero en el 2010 tendremos a todo el grupo de nuevos medios de El País S.A generando reportajes. Somos 19.

NR - ¿Qué es necesario para hacer estos reportajes? ¿Es necesario que los reporteros sufran un grande cambio para comunicarse a través de este lenguaje? ¿Qué es necesario para este reportero para trabajar en este formato?
Son reporteros web, que piensan diferente en otro formato. No llevan grabadoras sino camaras digitales y video camaras, y son guiados todos por el editor multimedia quien conceptualiza casi todo el sitio con sus disenadores. Los periodistas tradicionales normalmente no trabajan en este tipo de informes. Sin embargo en el proceso de integracion estamos entrenando vários. Hoy tenemos 2 periodistas que vienen del impreso.

NR - Las computadoras con capacidad de procesar videos están cada vez más accesibles. ¿Este tipo de lenguaje se tornará cada vez más común?
La mayoria es Flash.....y es muy accesible.

NR - ¿Qué número de visitas tienen y cómo navega el público dentro de la página?
El público lo experimenta navegando. No hay un orden..es de acuerdo a cada navegante y su forma de pensar. Las visitas van entre 250,000 usuários hasta 500,000 dependiendo de la temática.

NR - ¿Ya pensaron en hacer versiones traducidas o con subtítulos de sus trabajos para ganar nuevos públicos? Por ejemplo, en inglés, portugués, entre otros. ¿O incluso esparcir el concepto para otros países?
No. pero me acabas de dar una muy buena idea. Mil gracias!!!
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