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30 de Julho de 1929, jovens velejadoras no porto de Deauville, França (Getty Images)

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Ferve a madrugada

A madrugada esquenta meu sangue,
Minha cabeça roda parada e a despeito do que pensem, a birita não se faz presente.
Daqui, perto, vejo o cheiro entrar pela varanda;
Dizem que é o fenômeno climato-emocional da tranquilidade acachapante que acomete os forasteiros do norte.
A leitura corre as horas e massageia a vista cansada de ver injustiças.
Sem querer, num repentino impulso incolor encho meu travesseiro de sonhos meus.
Durmo, então, a madrugada abençoada.

Fredo Sidarta é poeta em construção diária e concorda com Vinicius de Moraes que diz que "a poesia é fruto da vida de cada um". (Nota de Rodapé)

Um comentário:

Barba disse...

De Madrugada eu entendo...
ela nos proporciona tais sentimentos semelhantes ao um bom copo de cerveja...
abs
O Madrugador

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