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30 de Julho de 1929, jovens velejadoras no porto de Deauville, França (Getty Images)

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Promoção Literária Nota de Rodapé e Duarte Pacheco Pereira

Os leitores cadastrados no “Boletim Rodapé” ou os que deixarem nome, cidade e e-mail nos comentários da postagem concorrem no dia 13 de junho a 2 (dois) exemplares autografados do livro 1924: O diário da revolução – Os 23 dias que abalaram São Paulo, do jornalista e escritor Duarte Pacheco Pereira, que mandou o seguinte recado aos nossos leitores: “A preocupação essencial é despertar a atenção para a pouco conhecida rebelião democrática 'tenentista' de 1924, sobretudo entre os jovens”.

O livro
1924: O diário da revolução – Os 23 dias que abalaram São Paulo tem autoria de Duarte Pacheco Pereira e foi publicado em edição conjunta da Imprensa Oficial e da Fundação Saneamento e Energia, atual responsável pelo acervo iconográfico reproduzido. Conta com apresentações do professor Hubert Alquéres e do historiador Ricardo Maranhão e surpreendentes fotografias da época. Eis trecho da apresentação do professor Hubert Alquéres, diretor-presidente da Imprensa Oficial: "A maioria dos paulistanos não faz ideia dos combates sangrentos que foram travados nas ruas, praças e prédios de sua cidade em julho de 1924. Inconformados com os desmandos e a corrupção da primeira república brasileira, dominada por oligarquias estaduais, jovens oficiais, comandados pelo general Isidoro Dias Lopes, tentaram tomar a capital paulista para utilizá-la como base para atacar o Rio de Janeiro, destituir o presidente Artur Bernardes e implantar um conjunto de reformas democráticas e moralizadoras (...)".

Sobre o autor
Duarte Pacheco Pereira, 71 anos, é jornalista e escritor. Graduou-se em Direito na Universidade Federal da Bahia, foi professor universitário em Salvador e em São Paulo e iniciou a carreira de jornalista profissional na antiga revista Realidade, da Editora Abril. Participou também do semanário alternativo Movimento e da série de fascículos Retrato do Brasil, editada em 1984. Foi vice-presidente da UNE de 1963 a 1964 e dirigente nacional da Ação Popular (AP) de 1965 a 1973, tendo sido obrigado a viver e atuar clandestinamente durante 11 anos no período da ditadura militar.

7 comentários:

kluppel disse...

Muito pouco estudado esse movimento decisivo na vida política nacional.
Livro necessário.
Rogerio P. Klüppel
João Pessoa, PB
kluppel@terra.com.br

André Bento disse...

André Bento.

Dourados - Mato Grosso do Sul.

andre_b.bento@hotmail.com

Eleude disse...

Eleude Batista

Goiânia - Goiás

eloco_jr@hotmail.com

twitter: @eleudejr


Indispensável.

Wilma disse...

Muito bem vindo esse importante estudo.

Anax disse...

Anaximandro Botelho

anaxbotelho@hotmail.com

Olinda/PE

Raphael disse...

Raphael de Lucca

@raphaelchumbao

Um grande abraço!

Humberto disse...

Taí um livro que eu gostaria de ler. Correto: poucos de nós conhecem bem esta história e os que a conhecem poderão ter mais esta fonte de informações.
Abraços.
Humberto Capellari, São Paulo/SP
humbertoamadeu@yahoo.com.br

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